CREDIBILIDADE #IdeiaRápida

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Gênesis 19:14

Então Ló foi falar com seus genros, os quais iam casar-se com suas filhas, e lhes disse: “Saiam imediatamente deste lugar, porque oSenhor está para destruir a cidade!” Mas pensaram que ele estava brincando.

Quando Ló deu a notícia para a cidade, eles pensaram que Ló estava brincando.
A notícia era séria, mas parecia uma piada. Para eles, era piada imaginar que Deus destruiria a cidade. Exigiria a fé deles na palavra de Ló.
Ele não teriam como crer no que Deus estava dizendo, porque eles não conheciam a Deus. Mas eles teriam como crer na palavra de Ló, porque eles o conheciam.
Todavia, eles creram ser piada.
Ló não tinha credibilidade no que falava.
Ló devia viver fazendo piada. Agora, falou sério e ninguém quis ouvir.
Pode ser a notícia mais ridícula do mundo, mas se for dita por alguém de credibilidade, será aceita e tida como verdadeira.
Nossa credibilidade está ligada à nossa conduta e nossas atitudes.
Para pregarmos o evangelho, precisamos ter credibilidade com as pessoas.
As pessoas podem crer no que falamos ou vão zombar, achando ser brincadeira? #

BFF

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BFF

Pregador:

Junior Zepka

Data:

26/07/2014

Culto:

Noite das Meninas

Tema:

Amizade; perdão

Texto base:

Provérbios 17:17

 

INTRODUÇÃO

TESTE DE MELHOR AMIGA:

a) Entender no olhar;

b) Gritar para ver ela do ônibus;

c) Contar segredos;

d) Chorar com ela;

e) Conhecer o shampoo

 

DESENVOLVIMENTO

Melhores amigos se conhecem bem.

Contar a história de dois melhores amigos.

 

Atos 15:36-39

Paulo e Barnabé se separaram.

Paulo chegou, ninguém enturmou.

Barnabé criou uma amizade com ele.

Eles resolveram viajar pra pregar.

Levaram Marcos.

Marcos era muito jovem (imaturo).

Marcos desistiu; parou.

Paulo e Barnabé continuaram viajando.

Barnabé quis levar Marcos; Paulo não quis: se separaram.

 

COMO ACABA UMA AMIZADE?

 

1) Uma amizade sempre vai ter o 3º amigo.

O terceiro amigo pode não ajudar.

 

2) Uma amizade verdadeira resiste ao ciúmes.

Ciúmes do 3º amigo.

 

3) Um dos três amigos vai ser imaturo e fazer algo para destruir a amizade.

A verdadeira amizade resiste à pressão de se separar.

Mas pra isso, vai ter que fazer algum sacrifício (o sacrifício do seu orgulho, da sua vontade).

CONTEXTUALIZANDO COM CRISTO

 

1) Nós, Jesus e o 3º (pecado)

2) Jesus: nós e o pecado

3) O pecado

4) A morte de Cruz

 

CONCLUSÃO

O que Deus espera? O perdão e o amor.

Salmos 133:1

As melhores amizades são para sempre.

Mateus 5:23; 18:15

  @juniorzepka #ArenaPM #MudandoOMundo

Menina da FURG tem fotos íntimas divulgadas na internet

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Jó 13:1-2 03/02/2014
Eis que tudo isto viram os meus olhos, e os meus ouvidos o ouviram e entenderam. Como vós o sabeis, também eu o sei; não vos sou inferior. Jó 13:1-2

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Deus é um Deus de amor. Por melhor dizer, Ele é o próprio amor[1]. Todos sabemos que ele é justo também. A bíblia o chama de juiz justo e acrescenta que ele se ira todos os dias[2]. Sabemos também que todos seremos julgados pelo Senhor por nossos atos. Merecidamente, deveríamos sofrer as consequências de nossos atos diariamente. Deveríamos sofrer e chorar pelos nossos pecados, enquanto colhemos os frutos da sujeira que plantamos diariamente.

No entanto, Deus é amor. E não suporta ver-nos sofrer. Ele chora pela nossa morte espiritual diariamente[3]. Chora, e chega a pensar em dar cabo em toda a humanidade, mas seu amor nos oferece uma segunda chance. Quando cremos que seremos julgados pelos nossos atos, Ele vem e nos ama.

Nós, no entanto, nos colocamos no lugar de Deus e julgamos. Ah, como julgamos! Esquecemos que somos criatura exatamente igual o nosso objeto de julgamento. Esquecemos também que seremos julgados na mesma medida que julgamos[4]. Julgamos! Inocente, culpado… como julgamos. E como entristecemos o coração do juiz amoroso que não ousa sentenciar ninguém por amor.

Hoje na FURG, alguém me mostrou uma menina e me contou sua história: caíram fotos suas (que nunca deveriam ter sido tiradas) na mão de pessoas que divulgaram por toda a internet. A menina não conversa com ninguém mais: entra na faculdade, assiste suas aulas e volta. Humilhada, desprezada. Tornou-se a escória da FURG. Enquanto penso nas risadas do momento de quem contou, me lembro de Jesus.

Afinal de contas, lá pelas bandas de Jerusalém alguém também virou escória da sociedade. Adultera: digna de ser apedrejada. Assim como a menina da FURG: apedrejada pelos comentários, a adultera de Jerusalém sofreria a consequência dos seus atos. No entanto, ela encontrou Jesus, e o juiz a absolveu, deu a ela contato com seu amor e a libertou das pedras[5].

Jó sentia-se da mesma maneira: julgado e menosprezado. Chega a perguntar se é inferior a seus amigos (v.2). se por um acaso não enxerga como eles, não ouve como eles, não sente como eles (v.1)… porque quem julga não pensa que o outro tem a mesma essência: emoções e sentimentos. E se fosse você? Daí, você me responde: mas eu nunca tiraria “tais” fotos… E se eu te informar que Deus, o juiz tem um processo contra você, todo documentado e com “fotos” dos seus momentos mais pecadores. Os fotógrafos? Os anjos! E se ele resolvesse expor suas fotos por aí?

Meus pensamentos afloram. Eu não queria estar na pele daquela menina. Como foi imprudente, eu concordo. Todavia, como meu coração se parte por ver minha geração sem Jesus. Aquela mulher adultera encontrou com Jesus e foi transformada. A menina da FURG não está em Jerusalém e não vive no século I para poder encontrar com Jesus. Todavia, ela vive em 2014 e frequenta a FURG. E lá não tem Jesus, mas eu o represento. Se Jesus me chamou e deseja me usar, que o Senhor me leve a ser o rio[6] de Deus para lavar uma alma ferida e trazer de volta a honra dos humilhados. Aquela menina precisa de Jesus e eu o tenho!

Quais pessoas a sua volta precisam de Jesus? Está na hora de largar as críticas e abrir a fonte das águas que curam sobre quem?

 


[1] I João 4:8

[2] Salmos 7:11

[3] João 11:35

[4] Mateus 7:2

[5] João 8:3-11

[6] João 7:38

Terra da Morte: Sentença de amadurecimento

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Terra da Morte: Sentença de amadurecimento Jó 10:16-22 02/11/2013
Porque se vai crescendo; tu me caças como a um leão feroz; tornas a fazer maravilhas para comigo. Tu renovas contra mim as tuas testemunhas, e multiplicas contra mim a tua ira; reveses e combate estão comigo. Por que, pois, me tiraste da madre? Ah! se então tivera expirado, e olho nenhum me visse! Então eu teria sido como se nunca fora; e desde o ventre seria levado à sepultura! Porventura não são poucos os meus dias? Cessa, pois, e deixa-me, para que por um pouco eu tome alento. Antes que eu vá para o lugar de que não voltarei, à terra da escuridão e da sombra da morte; Terra escuríssima, como a própria escuridão, terra da sombra da morte e sem ordem alguma, e onde a luz é como a escuridão. Jó 10:16-22

 

Hoje é dia de finados. Um dia triste por natureza. Ainda que nasça um sol bonito na terra dos vivos, a mente estar é na terra dos mortos. Onde a saudade te conduz e o desalento dirige você pelas muitas lembranças que passarão por seus pensamentos. Sorrisos, brigas, alegrias e choro tudo isso passará por dentro de você ao entrar nessa terra sem ordem e escura (v.22).

Quem dera alguém pudesse ir nessa escura terra e trazer de volta os que se vão e nunca mais voltam (v.21). Concordo com Jó, ao dizer que nossos dias são um tanto curtos (v.20). o coração se aperta ao pensar que não há alento na morte. Nosso pensamento debate com Deus[1], se não seria melhor então que nem os tivéssemos conhecido (v.19).

Hoje é dia de luto, de morte, de dor, certo? Segundo Deus, não. Deus é atemporal: ele pode ir lá e vir aqui tudo isso em questão de segundos.

E ele nos ensina algo muito interessante sobre a morte. O Senhor julga a nossa causa. Imagine-se em um tribunal repleto de testemunhas, e réus irados contra suas maldades (v.17). Lá estão todos aqueles a quem magoamos, a quem fomos omissos, os que machucamos, traímos… todos ardentes em ira, clamando por justiça. Não muito distante, mas no backstage do tribunal, estão as testemunhas, que compraram a briga dos réus, prontas para expor seus erros. E o pior é que essas testemunhas tem razão, então você teme, sabendo que será condenado culpado.

Assim é a morte. Ela chega veemente. Não há esperança para ela. Você foi julgado e foi achado culpado. Não há remédios nem técnicas para ressuscitar. Você consegue se lembrar de seus queridos? Aqueles que hoje se encontram do outro lado da vida? Houve uma segunda oportunidade para eles? Não. O tribunal da morte os levou.

No entanto, “Toda mudança de ciclo é precedida de uma crise.”[2]. Você será colocado em um novo ciclo após essa sentença. O vazio do seu coração ficará lá, para sempre, vazio. Você se verá obrigado a mudar. Existem mudanças que só a separação nos oferecerá.

Sinto hoje os efeitos da morte. Há alguns anos, perdi meu pai. Triste e pesado dia. Acordar de manhã e receber uma notícia dessas me traz pesar só de lembrar daquele abril de 2008. No entanto, essa perda me amadureceu, me tornou alguém a quem responde por si mesmo. Não há mais alguém para responder por mim.

Talvez sentença de morte que te trará mudança não será a física. Mas, responda pra si mesmo, quantos velórios você fez de pessoas que te machucaram, que te ofenderam, que te magoaram. Quantos vivos enterrados dentro de nós? Quantas amizades terminadas por gotas de ódio dadas no corredor da morte?

Há sempre maravilhas na morte (v.16). E nós precisamos aprender a descobri-las. Descobrir o novo ciclo na morte de um relacionamento, na morte de um emprego, na morte de uma liderança, na morte de um líder a quem amávamos… Que a morte está presente no mundo físico, e no espiritual nós sabemos, mas que está presente também como sementes de um novo ciclo, será que sabíamos?

Que possamos andar na terra da escuridão (v.21) e descobrir o quanto amadurecemos, crescemos e passamos a depender mais de Deus depois dessas perdas. O quanto as crises nos levaram a um novo nível. E, aqueles que passaram por perdas físicas: que hoje seja dia de dar mais valor. Abraçar mais, conviver mais, amar mais, satisfazer mais o coração de nossos amados, porque nós não temos conhecimento do dia de amanha.

Há esperança para aqueles que amam o Senhor: os reencontraremos, no Céu de Glória, onde não haverá dor de separação nunca mais. Vamos nos dedicar em levar o evangelho que salva as pessoas, e as leva para o céu. “O fruto do justo é árvore de vida, e o que ganha almas é sábio.” Provérbios 11:30.


[1] O lado da Vida, Ana Paula Valadão, 2009

[2] Bispo Rodovalho, As 21 leis para que você seja competente, Sara Brasil Edições, Brasília: 2011.

Expectativa

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Expectativa Jó 3:19-26 03/06/2013
Ali está o pequeno e o grande, e o servo livre de seu senhor. Por que se dá luz ao miserável, e vida aos amargurados de ânimo? Que esperam a morte, e ela não vem; e cavam em procura dela mais do que de tesouros ocultos; Que de alegria saltam, e exultam, achando a sepultura? Por que se dá luz ao homem, cujo caminho é oculto, e a quem Deus o encobriu? Porque antes do meu pão vem o meu suspiro; e os meus gemidos se derramam como água. Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu. Nunca estive tranqüilo, nem sosseguei, nem repousei, mas veio sobre mim a perturbação. Jó 3:19-26
Esperando!

Esperando!

Nós nos organizamos e trabalhamos em cima do que precisamos fazer. Se nosso trabalho é bancário, sabemos que pela manhã podemos esperar pessoas para serem atendidas com seus problemas financeiros. Se nossa atividade é liderança, podemos esperar os mais diferentes tipos de pessoas vivendo as mais diferentes situações possiveis, esperando uma resposta para seus dilemas e encontrarem seus propósitos. Se trabalhamos com protocolo e almoxarifado, podemos esperar alguns papéis para serem assinados durante nosso turno.

Se temos nossas expectaticas tão claras em relação as nossas funções, porque não as traçamos também em função da nossa própria vida? Nossas expectativas em relação a alguma coisa se definem por aquilo que já vivemos com aquela situação. Exemplo: uma pessoa que é mal atendida em um determinado comércio, não voltará lá, ou, se voltar, não vai estar esperando um atendimento cortes e de qualidade, pois já tem sua expectativa com relação aquele lugar. Quando visitamos determinada pessoa, quando a conhecemos, sabemos o que esperar da visita, e criamos nossas expectativas com base nos ultimos encontros: pessoa vai reclamar da vida, ou vai sorrir e levantar meu astral, ou a pessoa vai falar coisas edificantes, ou a pessoa vai fazer mil fofocas… Enfim… criamos expectativas com base no que já vivemos.

É por isso que crianças abusadas tendem a crescer e procurar relacionamentos abusivos. Ou crianças que cresceram vendo seus pais em vícios, se tornam viciados. A expectativa é o que atrai o futuro. O Bispo Robson Rodovalho  em determinada ocasião, falou a seguinte frase: “Na maior parte do tempo, recebemos aquilo que estamos esperando.”, e é a mais pura verdade. O que esperamos determina o que receberemos da parte de Deus, da vida e das circunstâncias.

Tem pessoas que levantam da cama logo pela manhã, dobram o joelho e agradecem ao Senhor pela oportunidade de fazer coisas novas mais uma vez. E essas são as pessoas que aproveitam as oportunidades e mudam o mundo. Mas também existem “os crentes” que acordam pela manhã, lavam o rosto, escovam os dentes, tomam seu café, pegam o ônibus e vão trabalhar… diariamente, fazendo a mesma coisa. E essas são as pessoas que ficarão com inveja quando verem os cheios de expectativas receberem unção da parte do Senhor, para mudar o mundo, e serem honrados por isso.

O que se espera é o que se recebe. A expectativa de ver um show, nos move até o lugar e nos faz aguardar (horas se for preciso) para ver o “artista” subir ao palco e cantar as músicas. Por que essa mesma expecatitva não nos acompanha quando oramos pela salvação da nossa família? Ou por que essa expecativa não está presente quando buscamos os dons da parte do Espírito Santo.

De que adianta cantarmos: “Vem nesse lugar, e enche este lugar…”, e não acreditarmos que o Senhor virá e nos encherá. Vãs repetições não agradam o Senhor. Porqur ficar repetindo algo não faz com que nada aconteça. Exemplo: se um pedreiro ficar sentado na frente de uma obra e ficar repetindo: tijolo, tijolo, tijolo, cimento, tijolo… a casa vai se construir sozinha? (rsrs) Claro que não! Agora, quando o pedreiro criar em seu coração a expectativa de que os tijolos podem sim construir a casa, se juntados ao cimento, e se levantar e agir a casa estará construida e seu prazer será completo.

Até aqui, temos falado, mas será que temos crido? (II Coríntios 4:13). O momento em que passarmos a crer, as coisas vão mudar de figura, e veremos o Deus que curava, curar de novo, o Deus que batizava 120 pessoas, batizar de novo, o Deus que entregava dons espirituais, entregar de novo. E o que falta? Expectativa em nossa oração.

Se esperamos, cremos. Se cremos, agimos em cima da nossa fé.

Eu estou desesperado para ver os milagres! E você? #

Do castelo para a favela

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Do castelo para a favela Jó 3:13-18 24/05/2013
Porque já agora jazeria e repousaria; dormiria, e então haveria repouso para mim. Com os reis e conselheiros da terra, que para si edificam casas nos lugares assolados, Ou com os príncipes que possuem ouro, que enchem as suas casas de prata, Ou como aborto oculto, não existiria; como as crianças que não viram a luz. Ali os maus cessam de perturbar; e ali repousam os cansados. Ali os presos juntamente repousam, e não ouvem a voz do exator. Jó 3:13-18
Contraste Urbano

Contraste Urbano

Dever mais do que o dinheiro pode pagar. Ter de pedir ajuda financeira… Quem nunca chegou no banco e teve uma surpresa desagradável? A coisa mais desesperadora que se pode fazer com uma pessoa é desestabilizá-la economicamente. Quando a mente se preocupa e o espirito manda que nos desapeguemos do que é material é que vemos verdadeiramente a quem servimos.

Nesse texto, Jó nos dá exemplos interessantes: os Reis que moram em favelas e os donos do ouro que compram prata. E muitas vezes estamos assim como esses Reis, ricos, mas que escolhem morar na pobreza de uma favela, e como essas pessoas, cheias de ouro que compram (desnecessáriamente) a prata.

Confiar em Deus já é difícil, ainda mais quando nosso ouro não é suficiente para pagar por nossa prata. Muitas vezes, vamos além do que ganhamos no que gastamos, e precisamos colocar tudo o que temos nas mãos dos que nos cobram. É difícil ver todas as portas fechadas e o dinheiro que se tem tornar-se insuficiente para as contas que aparecem.

Porém, quando nosso ouro não consegue pagar a prata, precisamos abrir mão daquilo que temos. É triste termos de vender nosso castelo de Rei, para ir morar na favela. E nossos problemas financeiros só aumentam: É o princípio da resposta à nossa autoconfiança.

Jesus é o filho de Deus, e como filho do Rei dos Reis, existe um reinado em Jesus. Ele é rico, e pode suprir nossas faltas e carências. A bíblia nos fala que o Senhor é o dono do ouro e da prata (Ageu 2:8). Ele pode nos suprir em ouro, e ainda pagar nossa dívida com a prata. Mas para que isso aconteça, precisamos abrir mão do nosso autocuidado e entregarmos nossa confiança nas mãos do Senhor Jesus. Sem desistir, mas confiando, se esperarmos no Senhor, é certo que Ele trabalhará em nosso favor.

É nesse momento que precisamos empenhar nossa fé e confiança no Senhor. Salmos 37:4-6, diz “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará. E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia.”. Entregar nosso caminho é deixar o Senhor nos dizer por onde andar e o que fazer só depois disso, é que vamos poder confiar nele e vê-lo assumindo nossas dívidas.

Se confiarmos, voltaremos a morar no castelo, e ter nosso ouro de volta. #